quarta-feira, 11 de maio de 2011

As Instituições de Solidariedade e o Combate à Pobreza e à Exclusão Social

As Instituições de Solidariedade – ou Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) - são instrumentos qualificados, de iniciativa das pessoas e dos grupos de pessoas, e também de iniciativa da Igreja Católica e de outras Igrejas, muitas de inspiração cristã, de prossecução de fins comunitários. Em algumas circunstâncias são expressão da caridade, mas sendo sempre expressão de solidariedade e de exercício da cidadania. Têm as mais diversas designações: associações de protecção ou de solidariedade, centros (de bem-estar, sociais, sociais culturais ou sociais paroquiais), cruzadas, fundações, infantários, institutos, misericórdias, movimentos de apoio, obras, veneráveis ordens...

Centram a sua actividade diária na garantia de Direitos Fundamentais, na igualdade de oportunidades, sobretudo dos mais vulneráveis e desfavorecidos, a fim de promover comunidades mais inclusivas.

As Instituições de Solidariedade detêm um papel insubstituível e fundamental no trabalho social nas comunidades, no apoio às famílias e aos indivíduos, e de indubitável importância no combate à pobreza e à exclusão social, pela gestão de equipamentos sociais nas áreas da infância e juventude, pessoas portadoras de deficiência e população idosa. Através das respostas sociais que desenvolvem, respondem a situações de pobreza e exclusão, com espírito solidário e humanista, colocando os seus recursos ao serviço daqueles que mais necessitam de apoio, alimentos, companhia, oportunidades, sentido para a vida. Promovem os direitos, a qualidade de vida, a inclusão e a cidadania de indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social e/ou económica, ao intervir local e regionalmente. São estas entidades que estão no terreno, próximo das pessoas, a intervir localmente, as responsáveis pela maioria da acção social que se faz no país, e cuja missão primordial é a valorização da pessoa humana e o respeito pela sua dignidade.

As IPSS, porque têm em vista o exercício da acção social, a prevenção de situações de carência, exclusão social ou qualquer tipo de marginalização, e porque promovem a integração comunitária e desenvolvem actividades de apoio à família, juventude, terceira idade, deficientes e a toda a população necessitada, tornam-se ainda mais importantes num período de crise, como o que atravessamos, pois delas se espera ainda mais capacidade de resposta e soluções para os novos casos que todos os dias surgem.

Assim, estas instituições têm a importante função de contribuir para promover a coesão social, para enfrentar a pobreza e a exclusão social, para atender e colaborar na resolução de problemáticas emergentes da actual conjuntura de crise.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 d'Abril???

Pois eu não festejo algo incompleto!

Em terra onde falta o pão, a todos falha a razão.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Colapso Económico, Fome e Miséria Programados e Iminentes

Como os banqueiros e os globalistas controlam a implosão da economia mundial rumo à escravização global.

terça-feira, 1 de março de 2011

Vulneráveis à Exclusão

Entre as categorias mais vulneráveis à exclusão social encontram-se as pessoas com deficiência; doentes; imigrantes; grupos desqualificados; desempregados de longa duração; trabalhadores com qualificações baixas ou obsoletas; idosos; famílias monoparentais; grupos à margem; pessoas sem-abrigo; toxicodependentes e ex-toxicodependentes; jovens em risco; reclusos e ex-reclusos…
Factores como a pobreza, o desemprego ou emprego precário, as minorias étnicas e/ou culturais, os sem-abrigo e os idosos podem originar grupos socialmente excluídos, mas não é obrigatório que o sejam.

No entanto, nos últimos tempos, tem sido alvo de notícias o abandono de idosos, que acabam por morrer sozinhos em casa, bem como a sua privação de cuidados de saúde, ficando isso a dever-se, em grande parte, às baixas reformas que não lhes permitem fazer face a todas as suas necessidades; também se ouve falar de pessoas que retiram os seus familiares idosos de lares, com vista, ao que tudo parece indicar, a ficar-lhes com as reformas, face à grave crise económica que se atravessa, mas deixando-os, muitas vezes, desprovidos de cuidados essenciais, tais como a compra de medicamentos; cada vez mais nos surgem, também, notícias de crianças negligenciadas, a passar fome, e em risco; e ainda, o tráfico de seres humanos, sobretudo mulheres e crianças, continua a ser uma realidade dos nossos dias.

A conjuntura actual parece tendente a agravar o fenómeno da exclusão social e a concorrer para o surgimento de maior vulnerabilidade.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Que parva que eu sou

Bem verdade: Que parva que eu sou!

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!

Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
(Deolinda - Parva que eu sou)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

NÃO à Indiferença!




Em 2011 não sejamos indiferentes!
Levantemos a voz!
Demos as mãos!

Bom Ano de 2011!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A pobreza erradica-se combatendo o pecado

"tanto o Capitalismo como o Socialismo/Comunismo se apresentam como messias seculares, quando existe apenas um Messias!
E de que mal nos querem salvar esses (pseudo)messias seculares?
Da pobreza, obviamente... Esse é o principal mal para eles."
Mas,
"o principal mal não é a pobreza, mas o Pecado."
Logo,

a luta contra a pobreza, implica a luta contra o pecado. Nas estruturas sociais, sem dúvida. Mas nunca esquecendo os nossos próprios corações.

"O Capitalismo fala de Liberdade individual, asfixiando a Solidariedade colectiva para a obter. O Socialismo fala de Solidariedade, oprimindo a liberdade das pessoas e das organização sob o peso de um Estado omnipotente."

E o materialismo consumista e hedonista toma conta do coração humano, onde se instala o egoísmo: a raiz de todos os males.


Que neste Natal nos deixemos tocar pelo verdadeiro Messias.
Um Feliz Natal para todos!

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