Em 2011 não sejamos indiferentes!
Levantemos a voz!
Demos as mãos!
Bom Ano de 2011!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
NÃO à Indiferença!
Eco de fa_or às 17:19 1 comentários
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A pobreza erradica-se combatendo o pecado
"tanto o Capitalismo como o Socialismo/Comunismo se apresentam como messias seculares, quando existe apenas um Messias!
E de que mal nos querem salvar esses (pseudo)messias seculares?
E de que mal nos querem salvar esses (pseudo)messias seculares?
Da pobreza, obviamente... Esse é o principal mal para eles."
Mas,
"o principal mal não é a pobreza, mas o Pecado."
"o principal mal não é a pobreza, mas o Pecado."
Logo,
a luta contra a pobreza, implica a luta contra o pecado. Nas estruturas sociais, sem dúvida. Mas nunca esquecendo os nossos próprios corações.
"O Capitalismo fala de Liberdade individual, asfixiando a Solidariedade colectiva para a obter. O Socialismo fala de Solidariedade, oprimindo a liberdade das pessoas e das organização sob o peso de um Estado omnipotente."
E o materialismo consumista e hedonista toma conta do coração humano, onde se instala o egoísmo: a raiz de todos os males.
"O Capitalismo fala de Liberdade individual, asfixiando a Solidariedade colectiva para a obter. O Socialismo fala de Solidariedade, oprimindo a liberdade das pessoas e das organização sob o peso de um Estado omnipotente."
E o materialismo consumista e hedonista toma conta do coração humano, onde se instala o egoísmo: a raiz de todos os males.
Que neste Natal nos deixemos tocar pelo verdadeiro Messias.
Um Feliz Natal para todos!
Eco de fa_or às 13:00 4 comentários
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Um Círculo Vicioso
A pobreza não é uma fatalidade mas uma consequência directa da acção do Governo - revela um estudo sobre a percepção da pobreza.
E se é do Governo a responsabilidade, é dele também a capacidade para resolver estes problemas sociais - consideram os portugueses inquiridos no mesmo estudo, que foi feito durante o último ano, e que envolveu a Amnistia Internacional, a rede europeia Anti-Pobreza e o ISEG.
Eco de fa_or às 09:19 2 comentários
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Mercados Solidários, Mercearias Solidárias e Lojas Sociais
As desigualdades sociais e o desemprego estão a tornar as vidas das pessoas cada vez mais complicadas ao nível económico e social, o que as leva a procurar intensivamente respostas e formas alternativas organizacionais.
Entre estas formas alternativas encontramos os Mercados Solidários, que são espaços de trocas com recurso a moeda social (uma moeda fictícia criada para o efeito). Os participantes nestes mercados são, simultaneamente, produtores e consumidores, trocando entre si bens e serviços que produzem ou prestam - produtos agrícolas, trabalhos manuais, bolos por eles produzidos, e até, por exemplo, massagens e outros serviços de cabeleireira, manicura, entre outros.
Estas trocas permitem assegurar às pessoas um rendimento e acesso ao consumo, ajudando a garantir rendimentos, consumo e qualidade de vida e garantindo também a sua participação activa numa vida digna, tornando-se assim as comunidades mais democráticas, participativas e inclusivas.
Quantas mais pessoas participarem, mais variedade de produtos vai existir e mais atractivas se tornam as trocas.
O uso da moeda social permite ultrapassar as limitações da simples troca directa, uma vez que quem necessita de alguma coisa nem sempre pode oferecer algo em troca à mesma pessoa a quem vai adquirir o produto; e os bens e serviços trocados nem sempre têm valor equivalente. Facilita, assim, as trocas e valoriza as capacidades e competências dos intervenientes de uma dada comunidade.
De modo semelhante surgem as Mercearias Solidárias. Estas são lojas comunitárias, que consistem, também, num sistema de trocas de artigos e serviços, mediado por créditos (a moeda social). Abertas diariamente, contam também com um espaço de convívio/informação, com o intuito de criação de laços sociais, apoio às famílias, formação…
Estas alternativas fornecem os produtos, bens ou alimentos a valores bastante mais baixos que num mercado normal, tornando-os mais acessíveis às pessoas com mais dificuldades.
Estas alternativas fornecem os produtos, bens ou alimentos a valores bastante mais baixos que num mercado normal, tornando-os mais acessíveis às pessoas com mais dificuldades.
Já as Lojas Sociais são bancos de bens, novos ou usados, por exemplo vestuário, calçado, mobiliário, electrodomésticos, ou, até, alimentos, doados por particulares ou empresas, com o objectivo de suprir as necessidades imediatas de famílias carenciadas.
As Lojas Sociais surgem como uma estratégia de desenvolvimento social integrado, direccionado à população mais vulnerável, que por este meio pode ter acesso a determinados bens, a título gratuito, conforme as suas necessidades imediatas.
As Lojas Sociais surgem como uma estratégia de desenvolvimento social integrado, direccionado à população mais vulnerável, que por este meio pode ter acesso a determinados bens, a título gratuito, conforme as suas necessidades imediatas.
Eco de fa_or às 23:05 5 comentários
sábado, 16 de outubro de 2010
Onde está o Pão?
Dia 16 de Outubro:
Dia Mundial da Alimentação
(este ano dedicado à fome e ao direito à alimentação)
17 de Outubro:
(este ano dedicado à fome e ao direito à alimentação)
17 de Outubro:
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
E...
Onde está o Pão?
Sem pão e sem amor
Sem sequer uma côdea com bolor
Que lhe caia na mão
Aos tropeções por essa vida
Sem esgar na noite entorpecida
À espera de aquecer o coração
Anda perdida qual mendigo
Muita gente em nosso mundo
Matando o ar em campo nu de trigo
Que já foi seu e que ardeu
Quem lhe roubou o seu pedaço de pão
Quem lhe sacou o coração e o pisou
Fingindo bem-fazer
Dizia que era dia e fez a noite
E continua airosamente a sussurrar
Que o pão dos outros é ateu
Que só quem o tem o mereceu
E que o dia de mais pão há-de chegar
Mas eu grito enquanto a voz não me doer
Enquanto a noite escura estiver
Enquanto eu vir ainda um pouco mais além:
Anda muito ladrão por aí com cara de gente-bem.
In: EscreVIvendo
E...
Onde está o Pão?
Sem pão e sem amor
Sem sequer uma côdea com bolor
Que lhe caia na mão
Aos tropeções por essa vida
Sem esgar na noite entorpecida
À espera de aquecer o coração
Anda perdida qual mendigo
Muita gente em nosso mundo
Matando o ar em campo nu de trigo
Que já foi seu e que ardeu
Quem lhe roubou o seu pedaço de pão
Quem lhe sacou o coração e o pisou
Fingindo bem-fazer
Dizia que era dia e fez a noite
E continua airosamente a sussurrar
Que o pão dos outros é ateu
Que só quem o tem o mereceu
E que o dia de mais pão há-de chegar
Mas eu grito enquanto a voz não me doer
Enquanto a noite escura estiver
Enquanto eu vir ainda um pouco mais além:
Anda muito ladrão por aí com cara de gente-bem.
In: EscreVIvendo
Eco de fa_or às 09:20 5 comentários
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A Luta que não pode parar
Combater a Pobreza e a Exclusão Social
O combate à Exclusão Social faz-se através de um duplo processo de interacção positiva entre os indivíduos excluídos e a sociedade, denominado Integração Social, que passa por duas vias: a da inserção e a da inclusão.
Este processo, de Integração Social, viabiliza o acesso às oportunidades da sociedade a quem dele estava excluído, permitindo a retoma das relações interactivas entre o indivíduo excluído e a sociedade.
Assim, pela inserção, os indivíduos tornam-se cidadãos plenos; e pela inclusão, a sociedade permite e acolhe a cidadania. Ou seja: a inserção na sociedade é uma escolha do indivíduo de aceder às oportunidades que a sociedade oferece, ao mesmo tempo que tem de haver inclusão da parte da sociedade, acolhendo os indivíduos, organizando-se para abrir as oportunidades para todos, de modo equitativo.
Se, por um lado, a sociedade tem de ser inclusiva, removendo e minimizando os factores de exclusão de natureza estrutural e conjuntural, e reforçando e maximizando oportunidades; por outro lado, não se pode incluir quem não quiser ser incluído, o que quer dizer que o indivíduo tem de se esforçar para remover e minimizar os factores de exclusão que estão ao seu alcance, ao nível individual e familiar, promovendo capacidades e competências individuais e familiares, no sentido da sua inserção na sociedade que o envolve.
Eco de fa_or às 21:58 2 comentários
sábado, 18 de setembro de 2010
Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio estão a falhar
A POBREZA É UMA VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS
"A pobreza não é um acidente, não é inevitável e não é exclusivamente um problema de falta de recursos.
A pobreza é a ausência de meios, mas é sobretudo a falta de acesso às escolhas, à segurança, à capacitação e ao poder de auto-realização dos Direitos Humanos de cada um, necessários para uma vida com Dignidade.
A pobreza não pode ser encarada como uma fatalidade social, mas sim como um produto de decisões e uma situação criada por abusos de Direitos Humanos."
"A pobreza não é um acidente, não é inevitável e não é exclusivamente um problema de falta de recursos.
A pobreza é a ausência de meios, mas é sobretudo a falta de acesso às escolhas, à segurança, à capacitação e ao poder de auto-realização dos Direitos Humanos de cada um, necessários para uma vida com Dignidade.
A pobreza não pode ser encarada como uma fatalidade social, mas sim como um produto de decisões e uma situação criada por abusos de Direitos Humanos."
(Amnistia Internacional)
Cimeira de Nova Iorque, de 20 a 22 de Setembro -
Que futuro para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio?
Eco de fa_or às 09:01 11 comentários
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